sábado, 25 de fevereiro de 2012

As minhas escolhas: Melhor de 2011


Por esta altura do ano passado, listei as minhas escolhas para o que de melhor se fez em 2010 (o mais provável, é já estarem desatualizadas). Este ano, fazendo uma breve retrospectiva sobre 2011, volto a pegar no tema.

Critérios: Essencialmente, regi-me por um critério para as minhas selecções: (1) A data de estreia do filme no seu país de origem, excluindo festivais;

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Filme Estrangeiro: HEADHUNTERS (Noruega)
Fotografia: THE TREE OF LIFE
Banda Sonora: HANNA
Montagem: THE ARTIST
Efeitos Visuais: SUPER 8
Argumento Adaptado: MONEYBALL
Argumento Original: BEGINNERS

Realizador
05. Joe Wright - HANNA
04. Bennett Miller – MONEYBALL
03. Michel Hazanavicius – THE ARTIST
02. Nicolas Winding Refn - DRIVE
01. Lars Von Trier - MELANCHOLIA

Actriz Secundária
05. Elle Fanning – SUPER 8
04. Evan Rachel Wood – THE IDES OF MARCH
03. Cate Blanchett - HANNA
02. Melanie Laurent - BEGINNERS
01. Jessica Chastain – THE TREE OF LIFE



Actor Secundário
05. Jonah Hill - MONEYBALL
04. Nikolaj Coster-Waldau - HEADHUNTERS
03. Viggo Mortensen – A DANGEROUS METHOD
02. Michael Fassbender – JANE EYRE
01. Christopher Plummer - BEGINNERS



Actriz
05. Bérénice Bejo – THE ARTIST
04. Kirsten Dunst - MELANCHOLIA
03. Kristen Wiig - BRIDESMAIDS
02. Charlotte Gainsbourg - MELANCHOLIA
01. Tilda Swinton – WE NEED TO TALK ABOUT KEVIN



Actor
05. Ewan McGregor - BEGINNERS
04. Ryan Gosling - DRIVE
03. Anders Danielsen Lie – OSLO, 31. AUGUST
02. Jean DuJardin – THE ARTIST
01. Brad Pitt - MONEYBALL



Filme
05. THE ARTIST
04. HANNA
03. MONEYBALL
02. DRIVE
01. MELANCHOLIA

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Ainda há muito por ver, naturalmente, mas ficam as minhas escolhas para o que já vi.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Cool Project

Parece que o Ridley Scott vai contar com o Michael Fassbender para um dos seus futuros projectos, The Counselor.

Por si só, esta notícia já me faz aguardar com alguma antecipação o filme. E depois soube que o argumento é assinado por nada mais nada menos que Cormac McCarthy. Antecipation levels went through the roof. E assim arranjei o meu filme mais antecipado do ano em que sair.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Looking Back At 1996

#5
The Rock
Dir. Michael Bay

#4
Sleepers
Dir. Barry Levinson

#3
Mars Attacks!
Dir. Tim Burton

#2
Trainspotting
Dir. Danny Boyle

#1
Fargo
Dirs. Joel Coen & Ethan Coen

sábado, 4 de fevereiro de 2012

The Artist (2011, Hazanavicius)


Uma viagem ao passado. O regresso a uma altura em que uma imagem, literalmente, valia mais que mil palavras. A uma altura em que o diálogo se esconde atrás da grande tela e em que as expressões faciais e corporais assumem o papel principal. A uma altura em que o preto e branco era o rei do grande ecrã. Um filme da década de 1920 em pleno 2012. É essa a viagem que The Artist oferece, pela habilidosa mão de Michel Hazanavicius.

Uma ode aos primórdios tempos do Cinema. O ano é 1927 e George Valentin (Jean DuJardin) é uma das maiores estrelas do cinema mudo. Com o aparecimento do cinema falado, George prontamente rejeita a noção de que será algo permanente, acreditando que é apenas uma fase. Peppy Miller (Bérénice Bejo) é uma aspirante actriz, destinada a conquistar o Mundo. E enquanto Peppy se torna a face da transição do mudo para o falado, George vê a sua outrora ofuscante fama a descender aos fundos de um negro poço.


Deixando a sua marca no festival de Cannes e assumindo-se como um dos grandes favoritos na corrida aos Óscares, The Artist é inovador sem necessariamente o ser. Utiliza técnicas que constituiam a norma décadas atrás e aplica-as no presente, e só por esse simples facto diferencia-se automaticamente dos restantes filmes que por aí vão estreando (será que o The Good German, do George Clooney, beneficiaria da mesma popularidade que The Artist desfruta caso fosse mudo?).
 
Ainda que ao nível do argumento a obra de Hazanavicius também não seja extremamente original – The Rise and Fall de uma estrela, a insistente obstrução à mudança, a ascensão meteórica de uma outra estrela são alguns pontos que lembram certas personagens como Norma Desmond (Sunset Blvd., 1950) ou Margo Channing (All About Eve, 1950) – o charme deste pequeno filme é inegável, o que torna a sua visualização extremamente agradável.
 
Os aspectos técnicos são irrepreensíveis, a banda sonora captura a verdadeira essência do filme e a dupla DuJardin/Bejo evoca toda a classe dos actores de antigamente. Até o cão contribui para a elevada qualidade do resultado final. Se recomendo o filme? With pleasure.


DOA Random Survey XII

E aqui fica a primeira edição deste random survey. A primeira deste ano de 2012!

#1 2011 foi um bom ano cinematográfico ou deixou muito a desejar?
#2 As expectativas para o que aí vem de 2012 são altas ou nem por isso?
#3 Falando em 2012, 2012 de Roland Emmerich sucks. Concordam?
#4 Qual o melhor filme que viram em Janeiro? E o pior?
#5 Com a controvérsia toda por detrás da SOPA, da PIPA e da ACTA, qual é a vossa opinião sobre o efectivo impacto da pirataria na indústria cinematográfica? (tendo em conta que nos últimos 4 anos foram 7 os filmes que ultrapassaram a barreira dos mil milhões de dólares no box-office).


Nota: Gostava de obter sugestões vossas sobre possíveis questões futuras, por isso se se lembrarem de algumas ou se gostarem de ver alguma questão que ainda não tenha sido abordada, enviem-nas para: notesonmyfilms@gmail.com
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