quarta-feira, 16 de Julho de 2014

To look forward

Estava a pensar nos filmes que aí vêm até ao final do ano, e poucos foram aqueles que me saltaram imediatamente à memória como sendo de visualização obrigatória. Sin City: A Dame to Kill For e Boyhood ocupam as posições cimeiras, sendo que muito provavelmente irei vê-los no dia em que estrearem.

Aproveito este post para fazer uma pequena lista dos restantes (outras sugestões são mais que bem aceites):

# The Immigrant (James Gray)
# Gone Girl (David Fincher)
# Macbeth (Justin Kurzel)
# Interstellar (Christopher Nolan)
# Exodus: Gods and Kings (Ridley Scott)
# Knight of Cups (Terrence Malick)
# The Hunger Games: Mockingjay – Part I (Francis Lawrence)
# Foxcatcher (Bennett Miller)
# Fury (David Ayer)
# Inherent Vice (Paul Thomas Anderson)

[…]


To be concluded.

sexta-feira, 27 de Junho de 2014

Kill Bill (Vol. 1 & 2) - 8 Bit Cinema


Seriamente do mais cool que vi nestes últimos tempos. Dêem uma vista de olhos pelo restante conteúdo do canal CineFix, onde poderão encontrar mais umas quantas maravilhas do mundo cinematográfico convertidas ao universo 8-bit.

sábado, 24 de Maio de 2014

Performances I Fucking Love #03: Naomi Watts in Mulholland Drive

Betty é uma aspirante a actriz optimista, enérgica e esperançosa. Muda-se de Deep River, Ontario para a cidade dos sonhos com o objectivo de concretizar os seus. Diane é o total oposto. Amarga e vingativa, está presa na sua própria descendente espiral de auto-destruição.

As duas personagens são interpretadas por Naomi Watts, naquele que foi o desempenho que a colocou nas luzes da ribalta e que pavimentou o início da sua carreira em Hollywood.

Interpretar uma personagem fragmentada num filme não linear (presumo) que não deva ser uma tarefa particularmente fácil. Fazê-lo, demonstrando uma tremenda naturalidade e vulnerabilidade parece-me ser ainda mais complicado. Mas Naomi Watts sobrepõem-se ao desafio e deixa registada uma performance, que não só comprova o seu enorme talento, que seguramente resistirá ao teste do tempo.

A inocência, o desespero, a jovialidade, o derrotismo, o optimismo e a culpa coadunam-se num singular e magnético desempenho que serve de âncora para um filme que – por si só – é magistral. Naomi Watts é a mais sumarenta cereja em cima do bolo.



BETTY ELMS It’s strange calling yourself...
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