sábado, 23 de maio de 2015

My Watchlist #3


sábado, 7 de fevereiro de 2015

Road to the Oscars 2015

Late to the party... but better late than never, am I right?

Nos últimos tempos consegui pôr em dia a visualização de alguns filmes de 2014 que estão na fulgrante corrida para os mais cobiçados prémios da indústria cinematográfica. Por entre algumas agradáveis surpresas e algumas (ligeiras) desilusões, deixo aqui as minhas reacções às principais categorias / candidatos.

A nomeação de American Sniper denota claramente o sentimento patriótico nutrido pelos membros da academia. Excluindo esse facto, e sendo Sniper um exercício bastante trapalhão, sem qualquer fluídez narrativa, não consigo conceber os motivos que estiveram por detrás das suas restantes nomeações. Um total de seis nomeações? Really?

The Theory of Everything e The Imitation Game assumem o estatuto dos filmes biográficos, com o prestígio britânico, que a Academia tende a favorecer. Não obstante, foram duas das melhores surpresas do lote de candidatos à estatueta de melhor filme: The Theory of Everything prima pelo seu pequeno charme, pela sua genuidade, e pelas impecáveis prestações de Eddie Redmayne e Felicity Jones nos papéis principais. The Imitation Game também é ancorado pelo magnetismo que Benedict Cumberbatch teve em comandar cada momento em que estava no ecrã, e pela envolvente história que não explora apenas o papel decisivo que Alan Turing teve durante a Segunda Guerra Mundial, mas também os traços mais íntimos que caracterizam a sua personalidade. Em cima disto, ainda temos um Alexandre Desplat em grande forma, a provar mais uma vez que é incapaz de produzir bandas sonoras de pouca qualidade.

Estava bastante expectante para ver com o que Iñárritu nos iria brindar com o seu Birdman. É um filme original, com uma fotografia impecável (avé Lubezki). Para confirmar o ponto de que 2014 foi um tremendo ano para actores, em Birdman encontramos, possivelmente, um dos elencos mais completos do ano: Michael Keaton renasce, Edward Norton está explosivo, Emma Stone, Naomi Watts e Zach Galifianakis estão também mais que competentes nas suas respetivas partes.

Quanto à épica história coming-of-age, realizada durante 12 anos, Boyhood é um filme bem construído mas que no seu final fica a “saber a pouco”. Excluindo a mais que interessante evolução das personagens ao longo de 12 anos, pouco há de destacar de substancial no filme. Whiplash é um filme que se desenvolve num ritmo frenético, tem estilo, um sólido argumento e um desempenho impressionante de J.K. Simmons. Tem um dos melhores finais do ano, mas foi também um filme em que as minhas expectativas não foram totalmente cumpridas (note to self: manter as expectativas baixas para todos os filmes, daqui em diante).

Resta-me falar daquele que é o meu preferido do lote dos 8 filmes candidatos ao Oscar de melhor filme (excluo o Selma, por ainda o não ter visto): The Grand Budapest Hotel. Espero que leve o prémio para casa (mais wishful thinking do que outra coisa qualquer). Tem um argumento delicioso, uma fotografia e banda-sonora vibrantes, o melhor elenco do ano (a nomeação de Bradley Cooper para melhor actor é ainda mais injusta considerando que Fiennes ficou de fora), e todo um conjunto de valores de produção que definem o filme de Wes Anderson como um dos obrigatórios de se verem este ano. Encheu-me todas as medidas, é um dos meus filmes «preferidos» mais recentes e será um daqueles filmes que não terei qualquer dificuldade em revisitar frequentemente nos tempos próximos.


Comentários adicionais: o Lego Movie deveria ter sido incluído na pequena lista de candidatos a filme de animação do ano (iria mais longe até em propôr o filme para melhor filme do ano). Adicionalmente, na altura em que as nomeações foram tornadas públicas, fiquei desiludido pela ausência de Gone Girl em várias categorias (ausente de Argumento Adaptado? Shame on you, Academy!). Gostava de ter visto também o Force Majeure na categoria de Filme Estrangeiro – mas não irei levantar muitas ondas aqui, por enquanto, por ainda não ter visto nenhum dos candidatos desta categoria.

Quanto a prognósticos? Creio que serão os seguintes (à frente e entre parêntesis, seguem as minhas escolhas de entre o rol de nomeados).
# Melhor Filme Birdman (The Grand Budapest Hotel)
# Melhor Realizador – Richard Linklater; Boyhood (Wes Anderson; The Grand Budapest Hotel)
# Melhor ActorEstou muito indeciso entre Michael Keaton; Birdman e Eddie Redmayne; The Theory of Everything. (Benedict Cumberbatch; The Imitation Game)
# Melhor ActrizJulianne Moore; Still Alice (Rosamund Pike; Gone Girl)
# Melhor Actor Secundário – J.K. Simmons; Whiplash (J.K. Simmons; Whiplash ou Edward Norton; Birdman)
# Melhor Actriz SecundáriaPatricia Arquette; Boyhood (Emma Stone; Birdman)
# Melhor Argumento Original - Boyhood (The Grand Budapest Hotel)
# Melhor Argumento AdaptadoWhiplash (The Imitation Game)
# Melhor Filme Animado – How To Train Your Dragon 2 (How To Train Your Dragon 2)
# Melhor Filme Estrangeiro Ida (n.a.)
# Melhor FotografiaBirdman (The Grand Budapest Hotel)
# Melhor Montagem – Boyhood (The Grand Budapest Hotel)

No próximo dia 22 de fevereiro de 2015 será a cerimónia de entrega dos prémios. Por todo o mundo estarão olhos colados no evento para celebrar (ou não) as vitórias que ocorrerão nas mais diversas categorias. Até lá conto ver mais alguns dos candidatos (Inherent Vice, Big Hero Six e Foxcatcher avizinham-se, entre outros), pelo que as minhas opiniões aqui reflectidas poderão sofrer algumas alterações.

domingo, 11 de janeiro de 2015

My Watchlist #2

Para os próximos tempos conto debruçar-me sobre os seguintes títulos, por entre cinema e televisão. Poderão meter-se outros títulos ao barulho durante os tempos que por aí chegarão, mas pretendo dar uma espreitadela nestes assim que o tempo me permitir:

domingo, 28 de dezembro de 2014

2014: uma (mini) retrospectiva.

Com o término de 2014 a aproximar-se, surge a altura de se fazer uma retrospectiva sobre o que de melhor (e o que de pior) se fez ao longo do ano. Já se vêem por aí diversas listas que elencam as mais diversas preferências relativas àquilo com que o mais recente ano nos brindou.

Normalmente costumo elaborar as minhas um pouco mais tarde (lá para Março/Abril). Prefiro ter um pouco mais de tempo para ver filmes que – a esta altura – ainda não tive oportunidade de ver, e prefiro também deixar que determinadas ideias assentem e ganhem algum tipo de consistência. Contudo, não queria deixar de aproveitar este final de ano para i) listar os 3 filmes de 2014 que mais me encheram as medidas até à data; ii) inserir conteúdo novo este ano (e bem que este pequeno espaço precisa).

Por isso, e tendo em conta que esta ordenação é meramente indicativa e que poderá (seguramente) ser alvo de várias alterações nos próximos tempo, deixo-vos o meu Top 3 de 2014:
Boas Festas

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Jurassic World

A sneak peek to the park that shall open in June ’15:


Creio já ter referido por estes lados o quão fã eu sou do primeiro capítulo desta saga jurássica. Já perdi a conta à quantidade de vezes que vi o Jurassic Park (as suas sequelas... nem tanto). O filme marcou a minha infância, levando o meu imaginário para aquela ilha onde os gigantes seres do Cretáceo eram reis. Vi e revi a fantástica criação de Steven Spielberg. E voltarei a vê-la e a revê-la durante muito mais tempo, pelo menos até ao momento em que deixar de me sentir arrepiado pelo momento em que vemos o imponente T-Rex pela primeira vez (ainda não aconteceu).

No próximo ano, o parque volta a abrir as suas portas. Eu? Eu estarei lá no primeiro dia.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Robin Williams [1951-2014]


Ainda que alguns dos teus filmes não fossem muito a minha praia, foste um dos mais carismáticos comediantes da sétima arte, e nos anos 90 muito provavelmente foste o maior deles todos. Mas não era só no campo da comédia que te sobressaías. Também o fazias num registo mais sério (evoco os teus papelões no Insomnia e no Good Will Hunting).

Foi uma notícia chocante, mas espero que estejas em paz. Quanto a mim... sempre terei as melhores memórias do Jumanji.

domingo, 10 de agosto de 2014

My 20 Favorite Movies Revisited: 2014 Edition.

Como o prometido é devido, partilho convosco o meu novo Top 20. Com a entrada de alguns filmes – face à última edição – não poderia deixar de fazer uma menção honrosa aos seguintes que, por muito que os estime, não conseguiram manter as suas respectivas posições nesta nova listagem: Dog Day Afternoon (1975, Lumet), Jurassic Park (1993, Spielberg), The Night of the Hunter (1955, Laughton), Trzy Kolory: Bialy (1994, Kieslowski) e Scary Movie (2000, Wayans).

E sem mais demoras, começamos do vigésimo lugar até ao primeiro:

#20. La Passion de Jeanne d’Arc (1928, Dreyer)
Rank in previous Edition: n.a.
*new entry*

#19. Persona (1966, Bergman)
Rank in previous Edition: n.a.
*new entry*

#18. Brief Encounter (1945, Lean)
Rank in previous Edition: #11
down 7

 #17. Rear Window (1954, Hitchcock)
Rank in previous Edition: #18
up 1

#16. The Lion in Winter (1968, Harvey)
Rank in previous Edition: n.a.
*new entry*

#15. Dr. Strangelove or: How I Stopped Worrying and Love the Bomb (1964, Kubrick)
Rank in previous Edition: n.a.
*new entry*

#14. El Laberinto del Fauno (2006, Del Toro)
Rank in previous Edition: #14
no change

#13. Chinatown (1974, Polanski)
Rank in previous Edition: n.a.
*new entry*

#12. Goodfellas (1990, Scorsese)
Rank in previous Edition: #16
up 4

#11. Seven (1995, Fincher)
Rank in previous Edition: #19
up 8

#10. Vertigo (1958, Hitchcock)
Rank in previous Edition: #7
down 3

#09. Requiem For a Dream (2000, Aronofsky)
Rank in previous Edition: #6
down 3

#08. The Silence of the Lambs (1991, Demme)
Rank in previous Edition: #10
up 2

#07. The End of Evangelion (1997, Anno & Tsurumaki)
Rank in previous Edition: #09
up 2

#06. Before Sunset (2004, Linklater)
Rank in previous Edition: #8
up 2

#05. Lost in Translation (2003, Coppola)
Rank in previous Edition: #3
down 2

#04. Sunset Blvd. (1950, Wilder)
Rank in previous Edition: #05
up 1

#03. Bonnie and Clyde (1967, Penn)
Rank in previous Edition: #04
up 1

#02. Taxi Driver (1976, Scorsese)
Rank in previous Edition: #1
down 1

#01. Mulholland Drive (2001, Lynch)
Rank in previous Edition: #02
up 1

domingo, 3 de agosto de 2014

1K Movies

Com a próxima visualização do Metropolis, de Fritz Lang, irei atingir o marco de 1.000 filmes vistos (ou pelo menos, assim diz a minha conta no IMDb). Sendo esse o caso, irei revisitar a minha lista de filmes preferidos, e ver como a mesma evoluiu desde a última vez que aqui a abordei (podem vê-la com base na etiqueta My 20 Favorite Movies).

Já se passaram 3 anos desde essa última contagem. Seguramente que irão existir umas alterações... umas subidas, umas descidas. Novas entradas e algumas saídas talvez? A ver vamos. 

sábado, 2 de agosto de 2014

The Lego Movie (2014, Miller & Lord)


Um projecto que desde que foi anunciado pouco interesse me tinha suscitado. How could a movie of Lego work? Adiante. Há uns dias atrás dei uma chance ao The Lego Movie e não poderia estar mais satisfeito com o resultado final, voltando a reforçar a noção de que as mais agradáveis surpresas podem surgir dos sítios mais inesperados.

Com uma história relativamente simples, The Lego Movie marca pontos na excelente animação, no seu guião altamente divertido e num conjunto de pequenos detalhes que dão um charme irresistível ao filme e que são capazes de colocar um sorriso em qualquer um de nós. Por detrás dos pequenos bonecos amarelos que encantam miúdos e graúdos, encontra-se um elenco bem disposto – liderado por Chris Pratt – que com as suas vozes trazem ainda mais cor à grande tela.


Um regalo refrescante que me levou para o awesome mundo do Lego (admito – já tinha saudades de o visitar).

quarta-feira, 16 de julho de 2014

To look forward

Estava a pensar nos filmes que aí vêm até ao final do ano, e poucos foram aqueles que me saltaram imediatamente à memória como sendo de visualização obrigatória. Sin City: A Dame to Kill For e Boyhood ocupam as posições cimeiras, sendo que muito provavelmente irei vê-los no dia em que estrearem.

Aproveito este post para fazer uma pequena lista dos restantes (outras sugestões são mais que bem aceites):

# The Immigrant (James Gray)
# Gone Girl (David Fincher)
# Macbeth (Justin Kurzel)
# Interstellar (Christopher Nolan)
# Exodus: Gods and Kings (Ridley Scott)
# Knight of Cups (Terrence Malick)
# The Hunger Games: Mockingjay – Part I (Francis Lawrence)
# Foxcatcher (Bennett Miller)
# Fury (David Ayer)
# Inherent Vice (Paul Thomas Anderson)

[…]


To be concluded.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Kill Bill (Vol. 1 & 2) - 8 Bit Cinema


Seriamente do mais cool que vi nestes últimos tempos. Dêem uma vista de olhos pelo restante conteúdo do canal CineFix, onde poderão encontrar mais umas quantas maravilhas do mundo cinematográfico convertidas ao universo 8-bit.

sábado, 24 de maio de 2014

Performances I Fucking Love #03: Naomi Watts in Mulholland Drive

Betty é uma aspirante a actriz optimista, enérgica e esperançosa. Muda-se de Deep River, Ontario para a cidade dos sonhos com o objectivo de concretizar os seus. Diane é o total oposto. Amarga e vingativa, está presa na sua própria descendente espiral de auto-destruição.

As duas personagens são interpretadas por Naomi Watts, naquele que foi o desempenho que a colocou nas luzes da ribalta e que pavimentou o início da sua carreira em Hollywood.

Interpretar uma personagem fragmentada num filme não linear (presumo) que não deva ser uma tarefa particularmente fácil. Fazê-lo, demonstrando uma tremenda naturalidade e vulnerabilidade parece-me ser ainda mais complicado. Mas Naomi Watts sobrepõem-se ao desafio e deixa registada uma performance, que não só comprova o seu enorme talento, que seguramente resistirá ao teste do tempo.

A inocência, o desespero, a jovialidade, o derrotismo, o optimismo e a culpa coadunam-se num singular e magnético desempenho que serve de âncora para um filme que – por si só – é magistral. Naomi Watts é a mais sumarenta cereja em cima do bolo.



BETTY ELMS It’s strange calling yourself...
Bonus Link

sábado, 26 de abril de 2014

Boyhood (2014, Linklater)



Eis que chega o trailer do próximo projecto de Linklater. Audaz na sua génese, Boyhood aparenta ser um trabalho singular e ambicioso (caso mantenha o grau de sofisticação com que Linklater nos tem vindo a brindar, então poderemos estar muito bem na presença de um dos filmes do ano). Creio que ainda não tem data de estreia marcada para Portugal mas estarei lá quando esse dia chegar.

sábado, 19 de abril de 2014

Performances I Fucking Love #02: Daniel Day-Lewis in Gangs of New York

Já não é nenhuma novidade quando se diz que Daniel Day-Lewis é um dos maiores actores que alguma vez já passou pelo grande écran. A sua total entrega aos papéis que interpreta, bem como a sua dedicação à sétima arte, tornam Day-Lewis num actor lendário. Hoje, falo-vos da sua interpretação que mais me enche as medidas: Bill, the Butcher.

Num ranking de grandes vilões do cinema, não teria muitas dificuldades em colocar este Bill perto do topo da lista. Não tenho qualquer dificuldade também em afirmar que é uma das três melhores prestações da década passada (... juntemos também a década que está em curso). Essencialmente, Gangs of New York é o veículo de Day-Lewis e ele comanda cada minuto do filme com a sua presença magnética (consequentemente, coloca bem na sombra um respeitável elenco). Electrizante, feroz e audaz são alguns dos adjectivos que utilizaria para descrever Day-Lewis na sua segunda colaboração com Martin Scorsese.

Entregando-se de corpo e alma à sua personagem, Bill the Butcher resulta num desempenho que originou uma das mais memoráveis e tremendas prestações que já tive a felicidade de assistir. Bravo.


BILL I'm forty-seven. Forty-seven years old. You know how I stayed alive this long? All these years? Fear. The spectacle of fearsome acts. Somebody steals from me, I cut off his hands. He offends me, I cut out his tongue. He rises against me, I cut off his head, stick it on a pike, raise it high up so all on the streets can see. That's what preserves the order of things. Fear.

segunda-feira, 31 de março de 2014

100(k).

Sendo a primeira pessoa a admitir que não tenho uma atividade particularmente regular em matéria relacionada com este blog (my bad), foi com muita surpresa que reparei que há coisa de uns dias (ou melhor... semanas) atrás o Delusion Over Addiction passou a marca das 100 mil visualizações. Yay! No entanto, não percebo é o porquê especial deste post ser o responsável por sensivelmente 22% das mesmas surgindo destacadamente como o mais visto.

Aproveito este post para realçar duas pequenas (grandes) surpresas que vi nos últimos tempos. A primeira, Filth (2013, Baird). Politicamente incorrecto, o filme britânico conta com um ritmo frenético, um James McAvoy em grande forma, e com alguns dos momentos mais alucinantes que o ano passado teve para nos oferecer. Filth é um estrondo.

A segunda surpresa foi o Frances Ha (2013, Baumbach). A sua fotografia a preto e branco assenta o filme que nem uma luva, permitindo que um nostálgico sentimento paire enquanto o filme se desenrola sobre a vida de Frances (óptima interpretação de Gerwig). Frances é um espírito livre que persegue os seus sonhos apesar de enfrentar dissabores que poderiam facilmente moldar, não só a sua personalidade, mas também o seu rumo. Frances Ha é um pequeno charme de filme.

terça-feira, 18 de março de 2014

Looking Forward To - Sin City: A Dame To Kill For


2014 será um bom ano. Nem que Sin City: A Dame to Kill For seja o único filme que veja no cinema até ao final de Dezembro. Já espero por isto desde que saí da sala de cinema em Junho de 2005 depois de ter visto o primeiro. Por enquanto? Fica o trailer. Já era hora!
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